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segunda-feira, 6 de junho de 2016

Revolução dos cravos

      25 de abril de 1974



A Revolução Dos Cravos foi o movimento que derrubou o regime salazarista em Portugal, e ocorreu no ano de 1974, de forma a estabelecer liberdades democráticas, com o intuito de promover transformações sociais no país.


Após o golpe militar de 1926, foi estabelecida uma ditadura no país. Em 1932, Antônio de Oliveira Salazar tornou-se o primeiro-ministro das finanças e ditador. Salazar instaurou então um regime inspirado no fascismo italiano, cujas liberdades de reunião, de organização e de expressão foram suprimidas com a Constituição de 1933. O movimento representou aos portugueses: democratização, descolonização e desenvolvimento. A revolta militar foi uma consequência dos 13 anos de guerra colonial, na qual os portugueses enfrentaram os movimentos de libertação nas suas colônias: Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.

http://www.infoescola.com/historia/revolucao-dos-cravos/


Revolução dos Cravos

 a revoluçao 25 de abrIL

A Revolução de 25 de Abril, também referida como Revolução dos Cravos, refere-se a um período da história de Portugal resultante de um movimento social, ocorrido a 25 de abril de 1974, que depôs o regime ditatorial do Estado Novo, vigente desde 1933, e iniciou um processo que viria a terminar com a implantação de um regime democrático e com a entrada em vigor da nova Constituição a 25 de abril de 1974, com uma forte orientação socialista na sua origem.


Esta ação foi liderada por um movimento militar, o Movimento das Forças Armadas (MFA), que era composto na sua maior parte por capitães que tinham participado na Guerra Colonial e que
 tiveram o apoio de oficiais milicianos. Este movimento surgiu por volta de 1974, baseando-se inicialmente em reivindicações corporativistas como a luta pelo prestígio das forças armadas, acabando por atingir o regime político em vigor. Com reduzido poderio militar e com uma adesão em massa da população ao movimento, a resistência do regime foi praticamente inexistente e infrutífera, registando-se apenas 4 civis mortos e 45 feridos em Lisboa pelas balas da DGS.
O movimento confiou a direção do País à Junta de Salvação Nacional, que assumiu os poderes dos órgãos do Estado. A 15 de maio de 1974, o General António de Spínola foi nomeado Presidente da República. O cargo de primeiro-ministro seria atribuído a Adelino da Palma Carlos. Seguiu-se um período de grande agitação social, política e militar conhecido como o PREC (Processo Revolucionário Em Curso), marcado por manifestações, ocupações, governos provisórios, nacionalizações e confrontos militares que, terminaram com o 25 de Novembro de 1975.

Estabilizada a conjuntura política, prosseguiram os trabalhos da Assembleia Constituinte para a nova constituição democrática, que entrou em vigor no dia 25 de Abril de 1976, o mesmo dia das primeiras eleições legislativas da nova República. Na sequência destes eventos foi instituído em Portugal um feriado nacional no dia 25 de abril, denominado como "Dia da Liberdade".



Acontecimentos no dia 25 de abril

                             25 DE ABRIL – DIA DA LIBERDADE

~25 de Abril de 1974. De madrugada, militares do MFA ocuparam os estúdios do Rádio Clube Português e, através da rádio, explicaram à população que pretendiam que o País fosse de novo uma democracia, com eleições e liberdades de toda a ordem. E punham no ar músicas de que a ditadura não gostava, como Grândola Vila Morena, de José Afonso.

~Ao mesmo tempo, uma coluna militar com tanques, comandada pelo capitão Salgueiro Maia, saiu da Escola Prática de Cavalaria, em Santarém, e marchou para Lisboa. Na capital, tomou posições junto dos ministérios e depois cercou o quartel da GNR do Carmo, onde se tinha refugiado Marcelo Caetano, o sucessor de Salazar à frente da ditadura.

~Durante o dia, a população de Lisboa foi-se juntando aos militares. E o que era um golpe de Estado transformou-se numa verdadeira revolução. A certa altura, uma vendedora de flores começou a distribuir cravos. Os soldados enfiavam o pé do seu cravo no cano da espingarda e os civis punham a flor ao peito. Por isso se falava de Revolução dos Cravos. Foram dados alguns tiros para o ar, mas ninguém morreu nem foi ferido.


Um ano depois, a 25 de Abril de 1975, os portugueses votaram pela primeira vez em liberdade desde há muitas décadas.




Golpe militar 25 abril 1974

Missão Cusca



O golpe militar de 25 de Abril de 1974

Motivos:
*      A censura
*      A falta de liberdade.
*      A guerra colonial.
*      A proibição do aparecimento de novos partidos políticos.
*      As condições de vida difíceis que levaram à emigração de  muitos portugueses.

Depois do 25 de Abril construiu-se um regime Político Democrático com o objetivo de retribuir as liberdades funda mentais ao povo Portugueses e o seu slogan era 

DEMOCRATIZAR – DESCOLONIZAR - DESENVOLVER


O programa do MFA

Acabou a revolução de 25 de Abril e para que o país não ficasse sem governo, os oficiais do MFA entregaram o poder a uma Junta de Salvação Nacional presidida pelo general António de Spínola.

No dia 26 de Abril a Junta de Salvação Nacional, apresentou-se ao povo português com as primeiras medidas de iriam ser tomadas e que constavam do programa do MFA:

*      Libertação dos presos políticos.
*      Extinção da DGS ex: Pide
*      Extensão da Legião Portuguesa
*      Abolição da censura.
*      Reconhecimento da liberdade de expressão.
*      Discussão do problema da guerra colonial.




CONSOLIDAÇÃO DA DEMOCRACIA

Para que a democracia fosse uma realidade era necessário mudar a Constitução do País que datava de 1933.

Um ano depois do 25 de Abril realizaram-se as primeiras eleições livres, onde apareceram vários partidos políticos e o povo escolheu o que lhe pareceu melhor.
Foram eleitos os deputados para a Assembleia Constituinte e foi aprovada a Constituição de 1976 onde foram consagrados os seguintes direitos:
*      Direito ao voto
*      Direito ao trabalho
*      Liberdade de expressão e opinião
*      Liberdade de associação e reunião
*      Liberdade Sindical
*      Direito à greve
*      Direito à Educação
*      Direito à Saúde, etc.



Trabalho realizado por: RAQUEL BRITO SILVA -  Nº 14 -  6º Ano - Turma: B



Povo e Liberdade




No Montijo o 25 de Abril de 1974 foi comemorado de forma festiva .As pessoas saíram à rua e, comemoraram em liberdade a Revolução.


Rui e Rafael
6ºE

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Cravo vermelho significado

Significado do cravo vermelho, 25 de Abril 



Normalmente quando ocorre as comemorações do 25 de Abril, medito sobre o significado do Cravo Vermelho estratégicamente colocado no cano das espingardas, e desde esse dia aliado ao sentimento que dominou este movimento revolucionário.
Tudo terá começado por coincidência, mas a verdade é que o cravo ficará para sempre associado à revolução de Abril de 1974.

O cravo tornou-se no símbolo da Revolução de Abril de 1974; Com o amanhecer as pessoas começaram a juntar-se nas ruas, apoiando os soldados revoltosos; alguém (existem várias versões, sobre quem terá sido, mas uma delas é que uma florista contratada para levar cravos para a abertura de um hotel, foi vista por um soldado que pôs um cravo na espingarda, e em seguida todos o fizeram), começou a distribuir cravos vermelhos pelos soldados que depressa os colocaram nos canos das espingardas.
O vermelho como cor dominante dos cravos de Abril também foi coincidência mas seviu na perfeição os objectivos da revolução já que esta cor (do fogo e do sangue) é o simbolo fundamental do princípio da vida, com a sua força, o seu poder, o seu brilho.

                                                                                  Tania gomes :turma 6º f :numero 19


quarta-feira, 25 de maio de 2016

Revolução dos cravos

25 DE ABRIL DE 1974

A revolução dos cravos

O dia 25 de Abril de 1974, ficou marcado por um levantamento militar que num só dia, derrubou o regime ditatorial, ficando conhecido como “Revolução dos Cravos”.
A Revolução de Abril ocorreu devido ao descontentamento da população para com o regime ditatorial, implantado em Portugal na sequência do golpe militar de 28 de maio, em 1926.
Salazar ficará no governo por mais de 41 anos.
Foi um período em que haviam perseguições pela PIDE, eram torturados, por vezes até à morte, presos e até exilados, conforme a gravidade dos seus actos, entenda-se, contra o Regime de Salazar.
O país manteve uma política baseada na manutenção das colónias “Ultramar”.
Portugal manteve uma política de força, tendo sido obrigado, a partir dos anos 60 a defender militarmente as colónias contra os grupos independentistas em Angola, Guiné e Moçambique.

Feito por: Paulo Nicolau nº 16 6ºF

Revolução dos cravos

25 de abril de 1974


A Revolução de 25 de Abril, também referida como Revolução dos Cravos, refere-se a um período da história de Portugal resultante de um movimento social, ocorrido a 25 de Abril de 1974, que depôs o regime ditatorial do Estado Novo, vigente desde 1933, e iniciou um processo que viria a terminar com a implantação de um regime democrático e com a entrada em vigor da nova Constituição a 25 de Abril de 1976, com uma forte orientação socialista na sua origem. Esta ação foi liderada por um movimento militar, o Movimento das Forças Armadas (MFA), que era composto na sua maior parte por capitães que tinham participado na Guerra Colonial e que tiveram o apoio de oficiais milicianos. Este movimento surgiu por volta de 1973, baseando-se inicialmente em reivindicações corporativistas como a luta pelo prestígio das forças armadas, acabando por atingir o regime político em vigor. Com reduzido poderio militar e com uma adesão em massa da população ao movimento, a resistência do regime foi praticamente inexistente e infrutífera, registando-se apenas 4 civis mortos e 45 feridos em Lisboa pelas balas da DGS.


Autora  : Ligia Fortunato 6 f n 20

APRENDIZAGEM para a MELHORIA A NÃO ESQUECER:
- Em todas as produções deve constar sempre o nome do autor. 

Revolução dos cravos

25 DE ABRIL DE 1974

A Revolução de 25 de Abril, também referida como Revolução dos Cravos, refere-se a um período da história de Portugal resultante de um movimento social, ocorrido a 25 de abril de 1974, que depôs o regime ditatorial do Estado Novo, vigente desde 1933, e iniciou um processo que viria a terminar com a implantação de um regime democrático e com a entrada em vigor da nova Constituição a 25 de abril de 1976, com uma forte orientação socialista na sua origem. Esta acção foi liderada por um movimento militar, o Movimento das Forças Armadas (MFA), que era composto na sua maior parte por capitães que tinham participado na Guerra Colonial e que tiveram o apoio de oficiais milicianos. Este movimento surgiu por volta de 1973, baseando-se inicialmente em reivindicações corporativistas como a luta pelo prestígio das forças armadas, acabando por atingir o regime político em vigor. Com reduzido poderio miltar e com uma adesão em massa da população ao movimento, a resistência do regime foi praticamente inexistente e infrutífera, registando-se apenas 4 civis mortos e 45 feridos em Lisboa pelas balas da DGS.O movimento confiou a direção do País à Junta de Salvação Nacional, que assumiu os poderes dos órgãos do Estado. A 15 de maio de 1974, o General António de Spínola foi nomeado Presidente da República. O cargo de primeiro-ministro seria atribuído a Adelino da Palma Carlos. Seguiu-se um período de grande agitação social, política e militar conhecido como o PREC (Processo Revolucionário Em Curso), marcado por manifestações, ocupações, governos provisórios, nacionalizações e confrontos militares que, terminaram com o 25 de Novembro de 1975.Estabilizada a conjuntura política, prosseguiram os trabalhos da Assembleia Constituinte para a nova constituição democrática, que entrou em vigor no dia 25 de Abril de 1976, o mesmo dia das primeiras eleições legislativas da nova República. Na sequência destes eventos foi instituído em Portugal um feriado nacional no dia 25 de abril, denominado como "Dia da Liberdade".

trabalho realizado por: Miguel Pinho 6ºD Nº14

terça-feira, 17 de maio de 2016

Revolução dos cravos

25 de Abril de 1974




 O 25 de abril é uma revolução porque a política do nosso País se alterou completamente.

 Mas como não houve a violência habitual das revoluções (manchada de sangue inocente), o povo ofereceu flores (cravos) aos militares que os puseram nos canos das armas.
Em vez de balas, que matam, havia flores por todo o lado, significando o renascer da vida e a mudança!


O povo português fez este golpe de estado porque não estava contente com o governo de Marcelo Caetano, que seguiu a política de Salazar (o Estado Novo), que era uma ditadura. Esta forma de governo sem liberdade durou cerca de 48 anos.
Enquanto os outros países da Europa avançavam e progrediam em democracia, o regime português mantinha o nosso país atrasado e fechado a novas ideias.

Em Portugal a escola só era obrigatória até à 4ª classe. Era complicado continuar a estudar depois disso. Os professores também podiam dar castigos mais severos aos seus alunos. O que agora não é permitido.
Todos os homens eram obrigados a ir à tropa (na altura estava a acontecer a Guerra Colonial) e a censura, conhecida como "lápis azul", é que escolhia o que as pessoas liam, viam e ouviam nos jornais, na rádio e na televisão.






Antes do 25 de Abril, todos se mostravam descontentes, mas não podiam dizê-lo abertamente e as manifestações dos estudantes deram muitas preocupações ao governo.
Os estudantes queriam que todos pudessem aceder igualmente ao ensino, liberdade de expressão e o fim da Guerra Colonial, que consideravam inútil.
Os países estrangeiros, que no início apoiavam Salazar e a sua política, começaram a fazer pressão contra Portugal. Por isso o governante dizia que o nosso País estava "orgulhosamente só".
Quando Salazar morreu foi substituído por Marcelo Caetano, que não mudou nada na política.

A solução acabou por vir do lado de quem fazia a guerra: os militares. Cansados desse conflito e da falta de liberdade criaram o Movimento das Forças Armadas (MFA), conhecido como o "Movimento dos Capitães".






Depois de um golpe falhado a 16 de Março de 1974, o MFA decidiu avançar.
O major Otelo Saraiva de Carvalho fez o plano militar e, na madrugada de 25 de Abril, a operação "Fim-regime" tomou conta dos pontos mais importantes da cidade de Lisboa, em especial do aeroporto, da rádio e da tv.




As forças do MFA, lideradas pelo capitão Salgueiro Maia, cercaram e tomaram o quartel do Carmo, onde se refugiara Marcelo Caetano. Rapidamente, o golpe de estado militar foi bem recebido pela população portuguesa, que veio para as ruas sem medo.





Sabias que para os militares saberem quando avançar foram lançadas duas "senhas" na rádio? A primeira foi a música "E Depois do Adeus", de Paulo de Carvalho, a segunda foi "Grândola, Vila Morena", de Zeca Afonso, que ficou ligada para sempre ao 25 de Abril.




Depois de afastados todos os responsáveis pela ditadura em Portugal, o MFA libertou os presos políticos e acabou com a censura sobre a Imprensa. E assim começou um novo período da nossa História, onde temos liberdade, as crianças todas podem ir à escola e o País juntou-se ao resto da Europa. Mas ainda há muito, muito caminho a percorrer...
 







Beatriz Chapa    
6º D    Nº2


Fonte: http://www.junior.te.pt/servlets/Bairro?P=Portugal&ID=101

Revolução dos cravos

Porquê “A revolução dos cravos”

Muitas das vezes, as pessoas não sabem porque é que se diz a revolução dos cravos, tem uma história singular: quando se deu a queda do regime Salazarista no Quartel do Carmo comandado por Salgueiro Maia, a alegria era imensa, os soldados e o povo abraçavam-se com uma efusão de esperança que o povo aguardava há mais de 40 anos. Nessa alegria uma senhora que tinha comprado as flores para o arranjo da sua casa, que eram cravos vermelhos, nessa felicidade a  senhora começou a distribuir cravos pelos soldados e estes receberam entusiasmados e colocaram-nos na ponta das suas espingardas. Daí ter-se chamado a revolução dos cravos, uma revolução única, sem derramamento de sangue, ou seja sem mortos.



Íris Cabete 6ªD

Fonte:  familiar