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segunda-feira, 11 de junho de 2018

Historial do Montijo





História do Montijo


Montijo tem a sua história ligada ao  Rio Tejo ,
pois grande parte da sua área geográfica é delimitada pelo mesmo.
A presença humana fez-se sentir naquela região desde muito cedo.
Nos alvores da nacionalidade, as herdades que existiam na atual área
do concelho de Montijo foram doados por D.Sancho I, aos Cavaleiros
da Ordem de Santiago.


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correio-morD. Luís Afonso, fez de Aldeia Galega do Ribatejo,
em 1533, a sede da Posta nas comunicações com o Sul de Portugal,
e iniciam-se os trabalhos de melhoramentos e arranjos da
Estrada Real que liga Lisboa a Badajoz, tornando a povoação
ponto de passagem obrigatória para quem se dirigia à capital do Reino
ou dela provinha. Desta forma a vila conheceu grande desenvolvimento
e abastança, em particular durante a dinastia filipina, dado o crescente
tráfego entre LisboaEspanha.
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Montijo, agora Vila, beneficiou de algumas obras,  
como a instalação da rede pública de abastecimento
de água e o melhoramento e expansão
da rede de iluminação elétrica.

Ao longo da década seguinte,  a cidade
inaugurou novos estabelecimentos como o novo Palácio da Justiça,
a nova estação de correios,
o Hospital Distrital,
o Mercado Municipal,
Cine-Teatro Joaquim de Almeida, entre outros.



Enviado por
André Gomes e Rodrigo Coelho (6B)
Kauã Felipe Divino (6F)

Festas

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A  queima do batel é uma tradição muito antiga na aldeia galega.
As Festas de S. Pedro foram, no fundo, uma manifestação corporativa,  
da classe piscatória, pobre e laboriosa, que parava dois dias por ano
para consagrar os seus santos padroeiros, S. Pedro e S. Marçal,
nos dias 29 e 30 de Junho. Os pescadores, por alguma razão,
preferiam sempre a área da Quinta do Pátio de Água.


Imagem relacionada


Uma pequena conversa com um dos moradores
mais antigos do Montijo:
Nasci no Beco mais antigo do Bairro dos Pescadores e trabalhei
durante muitos anos na avenida dos pescadores e na praça da República.
Conheço bem a história das nossas festas.
As festas dos pescadores consistiam na procissão no dia de S. Pedro  
à tarde e na lavagem ao Senhor dos Aflitos no dia de São Marçal,
seguida da arrematação das bandeiras e do S. Pedro e de almoço
de confraternização da classe piscatória.Os jovens da minha geração,
pescadores ou não, pouco se entusiasmavam com estas festas.
Adoravam a festa grande em honra da Nª Sª da Atalaia, onde se realizava
uma festa de arromba, com feira de diversões, comes e bebes,
bailes nos círios, (...) Tudo o que de melhor e pior havia na época  
ia parar à Atalaia. O Montijo e a região “despejavam-se” para a Atalaia.
Os que tinham maiores rendimentos alugavam uma casa para o período
da festa. As famílias ricas tinham lá casa.Em 1951, uma comissão liderada
pelo Sr. Humberto de Sousa organizou com a ajuda da população, as festas
em honra de S. Pedro, aproveitando das antigas a procissão, a lavagem e o
almoço de confraternização.A partir daí passou a haver festa a valer no
Montijo com arraial, fogo de artifício, queima do batel, feira de diversões,
bandas de música e ranchos folclóricos.

festas popu
Enviado por Margarida Gamito (6B)

sábado, 9 de junho de 2018

Moinho da Maré





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Situado na frente ribeirinha do Montijo, junto ao antigo Cais das Faluas,
o Moinho do Cais foi recuperado

imagem

e aberto ao público em 2005. Constituído por um piso, o edifício tem seis moendas e
uma ampla caldeira. Terá sido um dos maiores equipamentos moageiros de Aldeia Galega/Montijo e
integra um conjunto de seis moinhos do estuário do Tejo, que funcionaram, em alguns casos,
até ao século XX.
A primeira referência documentada do Moinho do Cais de Aldeia Galega/Montijo é de 1646 ,
isto foi comprovado por existir uma cruz da Ordem de Santiago . Hoje na porta de entrada ,
atesta a sua existência anterior .
Até finais do séc. XIX o Moinho do Cais manteve-se na posse da mesma família, sucedendo-se outros
proprietários durante o séc. XX. Depois tornou-se propriedade municipal em 1995, tendo a sua
importância assumido a preservação deste ícone da História Local que sintetiza uma relação intensa,
de vários séculos, entre a atividade agrícola e o rio.
É ao fluxo e refluxo das águas do Rio Tejo que o moinho vai buscar a sua fonte de energia.
Associados a este recurso natural, existem, como é visível no moinho do Cais, o edifício e a caldeira;
no primeiro estão localizados os engenhos, na segunda é armazenada a água necessária para ativar o mecanismo de moagem.
Novas tecnologias vieram substituir progressivamente o processo tradicional de transformação dos cereais,
tendo originado o gradual abandono do moinho. No início dos anos 80, o imóvel encontrava-se em elevado
estado de degradação .

Uma breve explicação por “Nuno Canta”

Caso queiram visitar :
Horário de visita: Terças, quintas e sábados das 14:00 às 17:30. Visitas guiadas, com marcação prévia no Museu Municipal.
Miguel Dantas , 6B Trabalho de H.G.P    

Montijo: Património




Ermida do Senhor Jesus dos Aflitos



Instituído no século XVI por Duarte da Gama enquadrava-se 
na tipologia das construções daquela altura dedicadas à 
exploração agrícola e existentes nos
arredores de Lisboa. 

Originalmente a propriedade era constituída por diversas
construções destinadas ao uso agrícola, 
pela casa principal de dois pisos, um oratório
onde se dizia missa, jardins com flores, horta, vinhas e pomar, 
salinas e um moinho
de maré de quatro mós.

Do conjunto destacava-se o portão principal sobre o qual se 
encontravam as armas do seu instituidor, ou seja Duarte da Gama 
que hoje em dia ainda se podem observar. 

O brasão em pedra lioz colocado “au balon” envolto numa cartela com
motivos vegetalistas ostenta um perfeito, belíssimo e correcto ordenamento ~
dentro das boas regras da Heráldica.

Com o terramoto de 1755 todo o conjunto se arruinou tendo sido alvo de uma
profunda reconstrução, dando ao solar e à ermida as características que podemos
observar nos nossos dias.

A ermida, de nave única revela uma preocupação estética que não se encontra na
casa. O seu interior é de grande simplicidade destacando-se o arco triunfal que
separa a capela-mor do resto da ermida.

Na capela-mor observa-se um retábulo de madeira polícroma com frontão
triangular de características neoclássicas decorado no vértice e no tímpano, onde se
pode observar uma belíssima imagem de Cristo crucificado em marfim de modelo
agonizante que remonta possivelmente ao século XVII-XVIII e é um notabilíssimo
trabalho indo-português.

Do recheio da ermida faz ainda parte uma imagem de Nossa Senhora da Piedade em
madeira polícroma com um belíssimo estofado, datada do século XVII.

Embora a sua anterior invocação fosse Nossa Senhora das Dores conforme se pode
constatar pelo medalhão existente sobre o portal principal, a actual invocação
reflecte a enorme devoção popular à imagem do Salvador Crucificado sob a
denominação do Senhor Jesus dos Aflitos.

A quinta é popularmente conhecida por Quinta do Saldanha devido ao facto de a
propriedade ter pertencido à família Saldanha da Gama, resultante da união entre
as duas famílias por casamento.

Todos os anos por altura das Festas Populares de S. Pedro a 30 de junho realiza-se
a romaria à Capela seguindo-se a arrematação das bandeiras.


Trabalho realizado por Salvador Falardo (6B)

quarta-feira, 6 de junho de 2018

ponte Vasco da Gama



A ponte Vasco da Gama, que liga o Montijo a Lisboa, foi inaugurada em 1998 e transformou o concelho da margem sul numa nova centralidade regional, invertendo a tendência que se registava de perda de população.


A ponte Vasco da Gama criou novas oportunidades e colocou o Montijo como uma centralidade. Trouxe desenvolvimento, criou transformações profundas a nível económico e social e abriu novos horizontes”, diz à Lusa Nuno Canta (PS), presidente da Câmara do Montijo.



O Montijo passou a ser uma das cidades mais atrativas de Portugal. Antes da ponte registava-se um decréscimo populacional, como acontecia em outros concelhos vizinhos, mas com a ponte inverteu-se o ciclo e crescemos 18,2%, segundo dados do INE”, refere.

A ponte Vasco da Gama, que tem mais de 17 quilómetros, surgiu como uma alternativa à ponte 25 de Abril na ligação entre a margem sul e Lisboa, num investimento de 897 milhões de euros, tornando-se na maior ponte da Europa e uma das maiores do mundo.



TRABALHO  REALIZADO POR JOANA PATÃO 6ºB 
HGP MISSÃO CUSCA
#MISSÃOCUSCA!!!