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segunda-feira, 11 de junho de 2018
Património do Montijo: Igreja matriz
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Historial do Montijo
História do Montijo
Montijo tem a sua história ligada ao Rio Tejo ,
pois grande parte da sua área geográfica é delimitada pelo mesmo.
A presença humana fez-se sentir naquela região desde muito cedo.
Nos alvores da nacionalidade, as herdades que existiam na atual área
do concelho de Montijo foram doados por D.Sancho I, aos Cavaleiros
da Ordem de Santiago.
O correio-mor, D. Luís Afonso, fez de Aldeia Galega do Ribatejo,
e iniciam-se os trabalhos de melhoramentos e arranjos da
Estrada Real que liga Lisboa a Badajoz, tornando a povoação
ponto de passagem obrigatória para quem se dirigia à capital do Reino
ou dela provinha. Desta forma a vila conheceu grande desenvolvimento
e abastança, em particular durante a dinastia filipina, dado o crescente
como a instalação da rede pública de abastecimento
de água e o melhoramento e expansão
da rede de iluminação elétrica.
Ao longo da década seguinte, a cidade
inaugurou novos estabelecimentos como o novo Palácio da Justiça,
a nova estação de correios,
o Hospital Distrital,
o Mercado Municipal,
o Cine-Teatro Joaquim de Almeida, entre outros.
Enviado por
André Gomes e Rodrigo Coelho (6B)
Kauã Felipe Divino (6F)
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Coreto
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sábado, 9 de junho de 2018
Moinho da Maré
Situado na frente ribeirinha do Montijo, junto ao antigo Cais das Faluas,
o Moinho do Cais foi recuperado
e aberto ao público em 2005. Constituído por um piso, o edifício tem seis moendas e
uma ampla caldeira. Terá sido um dos maiores equipamentos moageiros de Aldeia Galega/Montijo e
integra um conjunto de seis moinhos do estuário do Tejo, que funcionaram, em alguns casos,
até ao século XX.
A primeira referência documentada do Moinho do Cais de Aldeia Galega/Montijo é de 1646 ,
isto foi comprovado por existir uma cruz da Ordem de Santiago . Hoje na porta de entrada ,
atesta a sua existência anterior .
Até finais do séc. XIX o Moinho do Cais manteve-se na posse da mesma família, sucedendo-se outros
proprietários durante o séc. XX. Depois tornou-se propriedade municipal em 1995, tendo a sua
importância assumido a preservação deste ícone da História Local que sintetiza uma relação intensa,
de vários séculos, entre a atividade agrícola e o rio.
É ao fluxo e refluxo das águas do Rio Tejo que o moinho vai buscar a sua fonte de energia.
Associados a este recurso natural, existem, como é visível no moinho do Cais, o edifício e a caldeira;
no primeiro estão localizados os engenhos, na segunda é armazenada a água necessária para ativar o mecanismo de moagem.
Novas tecnologias vieram substituir progressivamente o processo tradicional de transformação dos cereais,
tendo originado o gradual abandono do moinho. No início dos anos 80, o imóvel encontrava-se em elevado
estado de degradação .
Uma breve explicação por “Nuno Canta”
Caso queiram visitar :
Horário de visita: Terças, quintas e sábados das 14:00 às 17:30. Visitas guiadas, com marcação prévia no Museu Municipal.
Miguel Dantas , 6B Trabalho de H.G.P
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Montijo: Património
Ermida do Senhor Jesus dos Aflitos
Instituído no século XVI por Duarte da Gama enquadrava-se
na tipologia das construções daquela altura dedicadas à
exploração agrícola e existentes nos
arredores de Lisboa.
Originalmente a propriedade era constituída por diversas
construções destinadas ao uso agrícola,
pela casa principal de dois pisos, um oratório
onde se dizia missa, jardins com flores, horta, vinhas e pomar,
salinas e um moinho
de maré de quatro mós.
Do conjunto destacava-se o portão principal sobre o qual se
encontravam as armas do seu instituidor, ou seja Duarte da Gama
que hoje em dia ainda se podem observar.
O brasão em pedra lioz colocado “au balon” envolto numa cartela com
motivos vegetalistas ostenta um perfeito, belíssimo e correcto ordenamento ~
dentro das boas regras da Heráldica.
Com o terramoto de 1755 todo o conjunto se arruinou tendo sido alvo de uma
profunda reconstrução, dando ao solar e à ermida as características que podemos
observar nos nossos dias.
A ermida, de nave única revela uma preocupação estética que não se encontra na
casa. O seu interior é de grande simplicidade destacando-se o arco triunfal que
separa a capela-mor do resto da ermida.
Na capela-mor observa-se um retábulo de madeira polícroma com frontão
triangular de características neoclássicas decorado no vértice e no tímpano, onde se
pode observar uma belíssima imagem de Cristo crucificado em marfim de modelo
agonizante que remonta possivelmente ao século XVII-XVIII e é um notabilíssimo
trabalho indo-português.
Do recheio da ermida faz ainda parte uma imagem de Nossa Senhora da Piedade em
madeira polícroma com um belíssimo estofado, datada do século XVII.
Embora a sua anterior invocação fosse Nossa Senhora das Dores conforme se pode
constatar pelo medalhão existente sobre o portal principal, a actual invocação
reflecte a enorme devoção popular à imagem do Salvador Crucificado sob a
denominação do Senhor Jesus dos Aflitos.
A quinta é popularmente conhecida por Quinta do Saldanha devido ao facto de a
propriedade ter pertencido à família Saldanha da Gama, resultante da união entre
as duas famílias por casamento.
Todos os anos por altura das Festas Populares de S. Pedro a 30 de junho realiza-se
a romaria à Capela seguindo-se a arrematação das bandeiras.
Trabalho realizado por Salvador Falardo (6B)
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Montijo: tauromaquia
Praça de Toiros de Montijo
A Praça de Toiros do Montijo, oficialmente
Praça de Toiros Amadeu Augusto dos Santos,
foi inaugurada a 1 de Setembro de 1957 e
tem uma lotação de 6.281 lugares.
Inaugurada em 1888, foi criada uma
Comissão Pró-Praça de Toiros, com o
objectivo de reunir fundos para a construção de
um novo edifício taurino.
O grande obreiro da construção foi
Amadeu Augusto dos Santos.
Online[http://viajaredescobrir.blogspot.com/2014/05/portugal-montijo-praca-de-touros-amadeu.html]
Enviado por Tiago e Diogo (6E)
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Montijo: Património
Casa Mora
Construção do século XIX.
Construída na segunda metade do século XIX,
para residência particular de Domingos Tavares
grande proprietário rural natural de Aldeia Galega
foi concluída em 1875.
Para a sua construção o proprietário teve de demolir
duas casas já existentes e também de sua pertença.
Este edifício foi construído ao estilo francês da época do II Império.
Tem uma fachada revestida por painéis de cantaria e possui também
um elegante trabalho de ferragens, nomeadamente nas varandas,
e nas grades das janelas do rés-do-chão. Possui ainda ao nível do telhado
um curioso lanternim decorado com vidros coloridos e uma platibanda extremamente
equilibrada onde existiram em tempos quatro estatuetas hoje em dia desaparecidas.
Relativamente ao interior da casa são de destacar os estuques dos tetos das divisões
do 1º andar e as pinturas a fresco das paredes da casa de jantar.
Este imóvel foi adquirido na década de 80 do século XX pela Autarquia
com vista a tornar-se na Biblioteca Municipal Manuel Giraldes da Silva .
Em 1993, após a transferência da Biblioteca para outro local,
passou a ser a Sede do Museu Municipal.
A Casa Mora tem um bonito jardim onde se realizam vários eventos.
O edifício é popularmente conhecido por Casa Mora
em virtude do casamento de uma filha do seu antigo proprietário
com o Dr. Manuel Justiniano Mora.
Enviado por Helsintia e Eurady (6D)
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Património
Capela do Senhor dos Aflitos
A Ermida de Nosso Senhor Jesus dos Aflitos é uma capela
situada na Quinta do Saldanha, em Montijo, construída no século XVIII
e outrora pertencente ao Morgado Luís Saldanha da Gama.
Esta capela é parte integrante da Quinta do Saldanha.
É de salientar a rara beleza de um Cristo em marfim sobre cruz
em madeira trabalhada.
A imagem do Senhor Jesus dos Aflitos é, ainda hoje, alvo de grande devoção popular,
sobretudo por parte dos pescadeores.
situada na Quinta do Saldanha, em Montijo, construída no século XVIII
e outrora pertencente ao Morgado Luís Saldanha da Gama.
Esta capela é parte integrante da Quinta do Saldanha.
É de salientar a rara beleza de um Cristo em marfim sobre cruz
em madeira trabalhada.
A imagem do Senhor Jesus dos Aflitos é, ainda hoje, alvo de grande devoção popular,
sobretudo por parte dos pescadeores.
Autor: Diogo Leão, 6º K
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