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sábado, 9 de junho de 2018

Montijo: Património




Casa Mora


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Construção do século XIX.

Construída na segunda metade do século XIX,
para residência particular de Domingos Tavares
grande proprietário rural natural de Aldeia Galega
foi concluída em 1875.
Para a sua construção o proprietário teve de demolir
duas casas já existentes e também de sua pertença.
Este edifício foi construído ao estilo francês da época do II Império.
Tem uma fachada revestida por painéis de cantaria e possui também
um elegante trabalho de ferragens, nomeadamente nas varandas,
e nas grades das janelas do rés-do-chão. Possui ainda ao nível do telhado
um curioso lanternim decorado com vidros coloridos e uma platibanda extremamente
equilibrada onde existiram em tempos quatro estatuetas hoje em dia desaparecidas.
Relativamente ao interior da casa são de destacar os estuques dos tetos das divisões
do 1º andar e as pinturas a fresco das paredes da casa de jantar.


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Este imóvel foi adquirido na década de 80 do século XX pela Autarquia
com vista a tornar-se na Biblioteca Municipal Manuel Giraldes da Silva .
Em 1993, após a transferência da Biblioteca para outro local,
passou a ser a Sede do Museu Municipal.
A Casa Mora tem um bonito jardim onde se realizam vários eventos.


O edifício é popularmente conhecido por Casa Mora
em virtude do casamento de uma filha do seu antigo proprietário
com o Dr. Manuel Justiniano Mora.    


                                   

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Enviado por Helsintia e Eurady (6D)

Montijo: origem




Alda, a "galega"



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( Pintura de Pier Maria Baldi de Aldeia Galega do Ribatejo | Montijo | Séc. XVII entre 1630-1686 )


Junto do nosso rio morava uma Alda, vinda da Galiza,
que tinha uma venda para servir as populações
que abordavam o porto, no sentido de se deslocarem
para Lisboa ou para o Alentejo.
No percurso das viagens, os viajantes afirmavam passar
pela Alda a "galega", que originaria o nome primitivo da
povoação - Aldeia galega.


Autor: Afonso Ribeiro / 6ºD

Montijo: origem





Montijo
Montijo antigamente era conhecido como Aldeia Galega.
Em 1906 José de Sousa Rama indica que Aldeia Galega tem 36 ruas,
2 praças, 7 largos, 9 becos e 7 travessas.
Vamos mostrar algumas fotos do Montijo:


Estação de caminho de ferro (1930-1940)




Igreja Matriz (1910)
Igreja Matriz (1923)
Coreto da Sociedade Filarmónica
Telhado do coreto foi feito pelo meu trisavô Virgílio.

O nome Virgílio pertence à minha família. (Mónica).


Rua Almirante Cândido dos Reis (1960)


O meu avô foi Joaquim José cordeiro carabineiro foi pescador. (Joana).









Trabalho realizado por Mónica Lages e Joana Carabineiro 6 D                      

Ano letivo 2017/2018

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Brasil





Bolo de Milho

Resultado de imagem para bolo de milho


Bolo de milho em tupi guarani é Mbojape. Alimento tradicional que
os índios da tribo Guarani costumam preparar no batismo das crianças.
No Nordeste brasileiro, o ciclo do milho coincide com as festas de São João.
São muitos pratos com milho: bolos, pamonha, pipoca, cuscuz, canjica.
Fica delicioso assado ou cozido.
             Aqui está a receita:
                                    Ingredientes:
  • Espiga de milho verde 12 unidades;
  • Leite Integral;
  • Ovos 4 unidades;
  • Açúcar refinado 440 g ;                                   
  • Farinha de trigo 60 g;
  • Manteiga sem sal 100 g;
  • Coco fresco ralado 100 g;
  • Fermento em pó 20 g.


                                    Para enfarinhar:
  • Farinha de trigo 30 g;
  • Manteiga sem sal 30 g.


                                Modo de Preparo:
1. Lave e higienize as espigas.
2. Para debulhar o milho verde corte os grãos rente ao sabugo.
3. Coloque no liquidificador o milho, o leite, o açúcar, a farinha, o coco,
os ovos, a manteiga. Bater até formar um creme homogêneo.
4. Fora do liquidificador misture delicadamente o fermento.
5. Na forma untada e enfarinhada coloque o bolo.
6. Leve ao forno a 190ºC por 40 minutos.
7. Desenforme frio.





Carolina Parreira/6ºD