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segunda-feira, 6 de junho de 2016

Causas politicas- 25 abril

Missão cusca




Motivos do golpe militar do dia 25 de Abril de 1974.

Os motivos do golpe militar foram:

Ø  A censura prévia que causava falta de liberdade ás pessoas ;

Ø  A guerra colonial que causou vários problemas tanto físicos como psicológicos a muitos portugueses ;
           
Ø  A proibição do aparecimento de novos partido políticos o que levava aos Portugueses ficarem sem escolha;

Ø  As condições de vida que levaram á emigração de muitos Portugueses.

Podemos concluir que este golpe pôs fim de 50 anos de Ditadura.
Construção do regime Democrático.


Construção do Regime Democrático

Com o fim da Ditadura deu-se início à construção do Regime democrático.

*      As primeiras  medidas que que o MFA tomou foram:

*      A libertação dos presos políticos

*      Extinção da P.I.D.E./D.G.S.

*      Extinção a Legião Portuguesa

*      Abolição da censura

*      Reconhecimento da liberdade de expressão


*      Discussão do problema da guerra colonial


Marcelo Caetano, Chefe do Governo da ditadura, entregou o poder ao General António de Spínola, presidente da Junta de Salvação Nacional encarregue de prosseguir com o programa do MFA.


Para a implantação da Democracia foi necessário substituir a Constituição de 1933



A 25 de Abril de 1975 realizaram-se as primeiras eleições livres. Todos os cidadãos recenseados e com mais de 18 anos, incluindo as mulheres, tiveram direito a voto. Vários partidos políticos concorreram a estas eleições.

Em 1976 foi aprovada pela Assembleia Constituinte a nova constituição que garantiu aos portugueses a separação de poderes e os direitos e liberdades fundamentais. Esta Constituição estabeleceu também as regras de funcionamento do poder central e do poder local.









Fraudes eleitorais

                 Fraudes eleitorais

Durante a ditadura houve eleições para a Assembleia Nacional.

O governo não aceitava a existência de outros partidos políticos mas admitia que surgissem candidatos á presidência da república. Mas se opor acaso os opositores vencessem, os resultados eram alterados, porque só as pessoas fiéis a Salazar é que faziam a contagem dos votos.






Esses opositores ao governo sabiam muito bem que a PIDE estava alerta, seguindo todos os seus movimentos. Estes, sabiam que não podiam ganhar eleições pois os resultados eram sempre uma fraude

Beatriz chapa     6ºD
Íris Cabete        6ºD
Fonte: livro “25 DE ABRIL” de Isabel alçada e Ana magalhaães

Censura e a falta de liberdade

                   A censura 
E a falta de liberdade…
Fez com que os portugueses se revoltacem contra o estado novo pois não podiam fazer  greve nem dizer nada contra o Estado Novo se não eram presos pela PIDE.



Fontes:livro de historia e google imagens
Feito por: Filipa Balasteiro nº9 6ºC
            Ana Rita nº1 6ºC

                 Guerra Colonial

A guerra colonial começou com a negação de Salazar à independencia das colonias portuguesas pois dizia que não eram colonias mas sim provincias ultramarinas, com toda esta negação à independecia da colonias    deteve--se uma guerra “A Guerra Colonial”.Sendo este um dos muito mutivos do 25 de abril.





Fontes: um livro sobre a Guerra Colonial
Feito por: Filipa Blasteiro nº9 6ºC
                   Ana Rita nº1 6ºC




General sem medo

                    O general sem medo


Em
1958, o general Humberto delgado apresentou-se ás eleições para a presidência da republica como candidato da oposição, este disse: “obvia-me demito-o” (Salazar).


Nisto tudo, os resultados obtidos nas eleições foram falsificados. Quanto a isso não á certezas, mas não restam duvidas que Salazar se sentiu ameaçado porque Humberto delgado não apoiava a ditadura tal como os populares.



Beatriz Chapa     6ºD
Íris Cabete         6ºD         
Fonte: livro “25 de Abril” de Isabel Alçada e Ana Magalhães.

Guerra colonial

25 de Abril de 1974

A Guerra Colonial:

Após a II Guerra Mundial todos os países europeus com excepção de Portugal foram concedendo a independência aos seus territórios na Ásia e em África, recorrendo por vezes ao uso da força. Assim, Cabo Verde, Guiné, S. Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Macau e Timor eram ainda pertença portuguesa.

Em 1955, com a entrada de Portugal na ONU, foi recomendado ao governo tornar as suas colónias independentes, algo que não foi aceite. Para tentar contornar a situação o regime declarou as colónias como "províncias ultramarinas" e concedeu a cidadania aos seus habitantes. Tal medida foi reprovada internacionalmente pela Assembleia-Geral das Nações Unidas.

Goa, Damão e Diu seriam os primeiros territórios que Portugal perderia, após uma guerra de pequena duração com as forças indianas





sexta-feira, 3 de junho de 2016

Histórias de vida


BRAVOOOOOOOOOOOOOO! 

MARAVILHOSO!

ESSENCIAL LER!....

Histórias de uma Guerra que o avô me contou ....

José Guerreiro, de 69 anos foi com 21 anos para a tropa.


Em 28 de Fevereiro de 1968, com 22 anos de idade, partiu para a Guerra colonial em Angola, no navio Vera Cruz. Até chegar a Lucano – Luso, demorou 14 dias.

Ficou 28 meses e meio na Companhia 23 61 e no Batalhão 28 43 como 1º Cabo – Radiotelegrafista – Era responsável por um posto de rádio e pela preparação de todo o material para a saída dos soldados em missões.


Participou em várias companhias, uma delas junto ao Rio Cassai. E fez várias visitas aos cidadão locais, que ajudavam e protegiam. Muitas vezes se sentou com as crianças a ensinar o abecedário, a cantar, e alguns a ler e escrever.


Nos tempos livres jogava-se futebol e muitas vezes iam até ao lago Dilolo, tomar banho.


A alimentação não era muito variada, comiam alguma caça e durante 18 meses comeram, ao jantar, arroz com salsichas e ovos e uma vez por mês, bacalhau.
Os helicópteros eram utilizados para transportar doentes, medicamentos e mantimentos.


Durante as missões cada soldado tinha uma ração de combate constituída por: 1 lata de sardinha, 1 lata de chocos, 1 pacote com 4 bolachas e dois pedaços de fruta cristalizada, para um dia.


Por estar na Guerra, no Ultramar, recebia 1500 escudos de salário, nos dias de hoje representa 7,5€ mas naquele tempo era um bom rendimento. Se não tivesse ido à Guerra receberia 500 escudos.

 A grande parte do dinheiro  que os soldados recebiam era para a família, pois os tempos não eram fáceis e a maioria das pessoas passava dificuldades.
Aos 16 anos perdeu o seu pai e a sua grande preocupação era a sua mãe que tinha ficado a gerir, sozinha, a padaria que possuíam.

Saiu em duas missões, uma delas, com os catangueses dando-lhes cobertura para realizar um ataque.

Em muitas deslocações eram atacados. Numa ida à cidade para ir buscar o correio, o capitão e o motorista estavam a 200m do quartel quando foram surpreendidos com uma mina (tática da guerrilha), que provocou uma explosão e consequentemente queimaduras em ambos.
Todos os soldados, ao ouvir a explosão saíram de imediato para prestar auxilio. Esta saída foi realizada por soldados armados, pois poderiam ser atacados.
 Lembra-se que eram 7h em ponto e que estava nesse momento a fazer a barba.



A família estava distante e as saudades eram muitas, a comunicação era feita por aerogramas.
Portugal ficava a 120 247 Km e esta era a única maneira da família receber notícias e os soldados também.


Benvindos sejais vós oh maçaricos ao Reino da Velhice.

Quando partiu para a Guerra não era casado, mas naquele tempo muitos soldados casavam por procuração e foi o que aconteceu com ele. A noiva tratou da documentação e, com o seu consentimento, casou no dia 10 de Abril de 1969, 15 meses antes de regressar a Portugal.

Nesse dia, recebeu o comunicado de que estaria a casar e foi comemorar com os colegas. Em Portugal  o seu cunhado representou-o na cerimónia.


Regressou a Portugal em junho de 1970.


Tanto tempo distante, numa guerra sem explicação. Muitos foram os soldados amigos que não conseguiram regressa para as suas famílias.

Muitos são os soldados amigos que trouxeram imagens de morte, de fome de luta por uma terra que não nos pertenciam.

José não concordou com a guerra, faz por esquecer os maus momentos embora muitas vezes acorde assustado como se ainda lá estivesse.


Todos os anos a companhia 23 61 se encontra para partilhar memórias de um tempo em que dependiam uns dos outros e lutavam pelas suas vidas.


Com esta passagem pela Guerra, José passou a dar mais valor à vida!





FIM



Martim Mendonça nº10 6ºD
Fonte: Familiar (Avô Materno)


Motivos do Golpe Militar

Motivos do Golpe Militar


1-censura e falta de liberdade: Não havia liberdade de expressão, o que condicionava a cultura nacional. A censura prévia (comissão criada durante o regime do Estado Novo) ,tinha como função examinar todos os jornais , revistas , filmes , etc , no sentido de cortar previamente todo aquilo que pudesse prejudicar o regime .
2- A guerra colonial durou 13 anos , a qual teve consequências trágicas . As colónias portuguesas em África tentaram o diálogo com o governo , mas como não conseguirão iniciaram movimentos de luta pela independência . Como resposta o governo português enviou cerca de 1 milhão portugueses para Angola .Esta guerra impôs pesados encargos financeiros e causou a morte de muitos soldados . A população portuguesa e os militares estavam muito descontentes .
3- Estava proibido o aparecimento de novos partidos politicos . Nesta altura também não havia liberdade de reunião de associação , tendo sido proibido o direito à greve .
4- A população portuguesa vivia em condições de vida difícil o que levou à emigração .


Construção do Regime Democrático


Criou-se o MFA –movimento das forças armadas ( grupos de jovens militares , que prepararam o golpe militar ,que derrubou o governo de Américo Tomás e Marcelo Caetano ).
O MFA pretendia pôr fim à ditadura do estado novo e instaurar uma Democracia.

Principais transformações:
Na madrugada de 26 de abril, a junta de salvação nacional apresentou ao povo português o programa do MFA .

Neste programa estavam presentes as principais orientações politicas que iriam gerir Portugal até ser aprovada uma nova constituição:



quarta-feira, 25 de maio de 2016

Antes do 25 de abri 1974

As características da vida antes da revolução…?(25 de Abril)


·       Falta de liberdade
·       Existia censura
·       Presos políticos
·       Existia a PIDE
·       Não havia eleições livres
·       A vida dos populares era de forma controlada
·       O direito à saúde e à educação não lhes era garantido
·       Trabalho infantil
·       Não tinham direito à reunião
·       Não havia democracia.


Íris Cabete  6ºD   
Fonte: http://pt.slideshare.net/jorgediapositivos/a-revoluo-de-25-de-abril-de-1974-1588456

terça-feira, 17 de maio de 2016

Marcelo Caetano

Quem foi Marcello Caetano??

Marcello Caetano

   



Presidente do Conselho de Ministros de  Portugal





Período: 27 de Setembro de 1968 – 25 de Abril de 1974
          Antecessor(a): António de Oliveira Salazar
Sucessor(a): António de Spínola (presidente da Junta de
                            Salvação Nacional)

Vida
Nascimento: 17 de agosto de 1906 - Lisboa, Reino
                                  de Portugal Reino de Portugal
  Morte: 26 de outubro de 1980 (74 anos) Rio de Janeiro,  Brasil


Dados pessoais
          Partido: União Nacional, depois Acão Nacional Popular
                       Profissão Jurisconsulto e professor de Direito

Biografia:
Marcello José das Neves Alves Caetano, nascido em Lisboa, no bairro da Graça, foi abandonado pela mãe aos dez anos e viveu vários anos perturbado pela Primeira República. Influenciado pelo pai, desejou tornar-se padre e, mais tarde, médico, mas acabaria por se matricular em Direito, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Licenciou-se em 1927 e doutorou-se em 1931, na especialidade de Ciências Político-Económicas. Entretanto, casou, a 27 de outubro de 1930 com Teresa Teixeira de Queirós de Barros (23 de Julho de 1906 - 14 de Janeiro de 1971), filha de João de Barros e de sua mulher Raquel Teixeira de Queirós e neta paterna do 1.º Visconde da Marinha Grande.
Concorreu a professor extraordinário da Faculdade de Direito de Lisboa em 1933, e atingiu a cátedra em Ciências Jurídico-Políticas, em 1939.
Foi o último Presidente do Conselho do Estado Novo e foi deposto pela Revolução de 25 de Abril de 1974. Ficou conhecido por ser dos raros membros do Governo de Salazar a favor duma maior liberdade de expressão e pela introdução de ligeiras mudanças no regime, sendo a ala marcelista conotada com a tentativa de reformar o regime por dentro.


Beatriz Chapa
6ºD     Nº2

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Marcello_Caetano

Guerra colonial

A GUERRA COLONIAL COMO UM DOS MOTIVOS DO GOLPE MILITAR


Um dos motivos da revolução de 25 de Abril de 1974 foi a Guerra Colonial que foi devastadora tanto para portugueses como para colónias africanas e durou 13 anos (1961-1974). Durante a Guerra morreram 8000 soldados portugueses e mais 20000 ficaram feridos. Esta guerra começou sobretudo porque o Salazar negava o direito de independência às colónias africanas e decorreu-se em Angola (1961), Guiné (1963) e Moçambique (1964).
Uma das táticas pelos guerreiros para combater os soldados portugueses era a tática da guerrilha: colocavam “minas” debaixo da terra, que quando eram pisadas rebentaram e matavam muitos soldados portugueses e também acabaram por destruir veículos.
Em 1964 a guerra acabou e as colónias saíram vitoriosas e puderam recuperar independência dos seus países. Mas o descontentamento dos militares levou á criação do movimento militar (O Movimento da Forças Armadas) que era composto na sua maior parte por capitães que tinham participado na Guerra Colonial e que tiveram apoio de oficiais milicianos. O MFA liderou o golpe militar que na sua vez se espalhou pelo povo que também estava descontente com política do Salazar e se transformou em Revolução.
Ainda hoje muitos portugueses sofrem com as consequências da Guerra Colonial.
Fonte: Wikipedia, www.guerracolonial.org
Trabalho realizado por:
 Dinis Benediktov, 6º C, Nº 7