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segunda-feira, 6 de junho de 2016

Guerra Colonial

Guerra Colonial

Portugal mantinha laços fortes e duradouros com as suas colónias africanas, quer como mercado para os produtos manufaturados portugueses quer como produtoras de matérias primas para a indústria portuguesa. Muitos portugueses viam a existência de um império colonial como necessária para o país ter poder e influência contínuos. Mas o peso da guerra, o contexto político e os interesses estratégicos de certas potências estrangeiras inviabilizariam essa ideia.
Apesar das constantes objeções em fóruns internacionais, como a ONU, Portugal mantinha as colónias considerando-as parte integral de Portugal e defendendo-as militarmente. O problema surge com a ocupação unilateral e forçada dos enclaves portugueses de Goa, Damão e Diu, em 1961.
Em quase todas as colónias portuguesas africanas – Moçambique, Angola, Guiné, São Tomé e Príncipe e Cabo Verde – surgiam entretanto movimentos independentistas, que acabariam por se manifestar sob a forma de guerrilhas armadas. Estas guerrilhas não foram facilmente contidas, tendo conseguido controlar uma parte importante do território, apesar da presença de um grande número de tropas portuguesas que, mais tarde, seriam em parte significativa recrutadas nas próprias colónias.
Os vários conflitos forçavam Salazar e o seu sucessor Caetano a gastar uma grande parte do orçamento de Estado na administração colonial e nas despesas militares. A administração das colónias custava a Portugal um pesado aumento percentual anual no seu orçamento e tal contribuiu para o empobrecimento da economia portuguesa: o dinheiro era desviado de investimentos infra-estruturais na metrópole. Até 1960 o país continuou relativamente frágil em termos económicos, o que aumentou a emigração para países em rápido crescimento e de escassa mão-de-obra da Europa Ocidental, como França ou Alemanha. O processo iniciava-se no fim da Segunda Guerra Mundial.




Trabalho feito por:
Carlos Botelho Nº 6 6F

Mario dos Santos Nº14 6F

Guerra colonial

                                           A Guerra Colonial

 Designa-se por Guerra Colonial , Guerra Ultramar ou Guerra de Libertação , o período de confrontos entre as Forças Armadas Portuguesas e as forças organizadas pelos movimentos de libertação das antigas províncias ultramarinas de Angola, Guiné-bissau e Moçambique , entre 1961 e 1974. Na época , era também referida vulgarmente em Portugal com Guerra de África.

 O início deste episódio da história militar portuguesa ocorreu em Angola , a 4 de Fevereiro de 1961, na zona que viria a designar-se por Zona Sublevada do Norte, que corresponde aos distritos de Zaire, Uíje e Quanza-Norte. A Revolução dos Cravos em Portugal, a 25 de abril de 1974, determinou o seu fim. Com a mudança do rumo político do país, o seu empenhamento militar das forças armadas portuguesas  nos teatros de operações deixou de fazer sentido. Os novos dirigentes anunciavam a democratização do país e predispunham-se a aceitar as reivindicações de independência das colonias—pelo que se passaram a negociar as fases de transição com os movimentos de libertação empenhados na luta armada.


 Ao longo do seu desenvolvimento foi necessário aumentar progressivamente a mobilização das forças portuguesas, nos três teatros de operações, de forma proporcional ao alargamento das frentes de combate que, no início da década de 1970, atingiria o seu limite crítico. Pela parte portuguesa, a guerra sustentava-se pelo princípio político da defesa daquilo que considerava território nacional, baseando-se ideologicamente num conceito de nação pluricontinental e multi-racial. Pelo outro lado, os movimentos de libertação justificavam-se com base no princípio inalienável de autodeterminação e independência, num quadro internacional de apoio e incentivo à luta.




                             
Ana Santos e Angela Silva,6ºB 



Guerra colonial

25 de Abril de 1974

A Guerra Colonial:

Após a II Guerra Mundial todos os países europeus com excepção de Portugal foram concedendo a independência aos seus territórios na Ásia e em África, recorrendo por vezes ao uso da força. Assim, Cabo Verde, Guiné, S. Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Macau e Timor eram ainda pertença portuguesa.

Em 1955, com a entrada de Portugal na ONU, foi recomendado ao governo tornar as suas colónias independentes, algo que não foi aceite. Para tentar contornar a situação o regime declarou as colónias como "províncias ultramarinas" e concedeu a cidadania aos seus habitantes. Tal medida foi reprovada internacionalmente pela Assembleia-Geral das Nações Unidas.

Goa, Damão e Diu seriam os primeiros territórios que Portugal perderia, após uma guerra de pequena duração com as forças indianas





sexta-feira, 3 de junho de 2016

Guerra Colonial


Guerra Colonial / 25 Abril


Fonte: albúm fotográfico de avós paternos

Guerra Colonial / 25 Abril: Inês F. R. Pereira, n.º9, 6.ºF

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Guerra Colonial

A guerra colonial

A Guerra Colonial, Guerra do Ultramar ou Guerra de Libertação (designação mais utilizada pelos africanos independentistas), o período de confrontos entre as Forças Armadas Portuguesas e as forças organizadas pelos movimentos de libertação das antigas províncias ultramarinas de Angola, Guiné-Bissau e Moçambique, entre 1961 e 1974. Na época, era também referida vulgarmente em Portugal como Guerra de África.
O início deste episódio da história militar portuguesa ocorreu em Angola, a 4 de Fevereiro de 1961, a Revolução dos Cravos em Portugal, a 25 de Abril de 1974, determinou o seu fim. Com a mudança do rumo político do país, o empenhamento militar das forças armadas portuguesas nos teatros de operações deixou de fazer sentido. Os novos dirigentes anunciavam a democratização do país e predispunham-se a aceitar as reivindicações de independência das colónias — pelo que se passaram a negociar as fases de transição com os movimentos de libertação empenhados na luta armada.
Ao longo do seu desenvolvimento foi necessário aumentar progressivamente a mobilização das forças portuguesas, nos três teatros de operações, de forma proporcional ao alargamento das frentes de combate que, no início da década de 1970, atingiria o seu limite crítico. Pela parte portuguesa, a guerra sustentava-se pelo princípio político da defesa daquilo que considerava território nacional, baseando-se ideologicamente num conceito de nação pluricontinental e multirracial. Pelo outro lado, os movimentos de libertação justificavam-se com base no princípio inalienável de autodeterminação e independência, num quadro internacional de apoio e incentivo à luta.



Rafael Louro nº16
                                                         Miguel Romero nº15

                                                                

Guerra Colonial

A guerra colonial

Vários países da Europa dominaram e colonizaram terras noutros continentes. As populações submeteram-se porque na altura não tiveram forças para resistir, mas com o correr do tempo surgiram revoltas e muitas colónias tornaram-se países independentes.
Em 1961, instalou-se a guerra em Angola, que depois se alastrou para Guiné e Moçambique.
Durante 13 longos anos, os rapazes portugueses viviam com horror aproximar-se o dia de entrarem para a tropa porque já sabiam que a maioria ia para África combater.

   Apesar das organizações internacionais como a ONU condenaram Portugal, os governantes não cediam.


Todos os anos partiam tropas para a guerra colonial.
Muitos homens não voltaram…

Íris Cabete      6ºD
Beatriz Calisto 6ºD

Fonte: livro “25 de Abril”  de Ana Magalhães e Isabel Alçada

terça-feira, 17 de maio de 2016

Guerra colonial

A GUERRA COLONIAL COMO UM DOS MOTIVOS DO GOLPE MILITAR


Um dos motivos da revolução de 25 de Abril de 1974 foi a Guerra Colonial que foi devastadora tanto para portugueses como para colónias africanas e durou 13 anos (1961-1974). Durante a Guerra morreram 8000 soldados portugueses e mais 20000 ficaram feridos. Esta guerra começou sobretudo porque o Salazar negava o direito de independência às colónias africanas e decorreu-se em Angola (1961), Guiné (1963) e Moçambique (1964).
Uma das táticas pelos guerreiros para combater os soldados portugueses era a tática da guerrilha: colocavam “minas” debaixo da terra, que quando eram pisadas rebentaram e matavam muitos soldados portugueses e também acabaram por destruir veículos.
Em 1964 a guerra acabou e as colónias saíram vitoriosas e puderam recuperar independência dos seus países. Mas o descontentamento dos militares levou á criação do movimento militar (O Movimento da Forças Armadas) que era composto na sua maior parte por capitães que tinham participado na Guerra Colonial e que tiveram apoio de oficiais milicianos. O MFA liderou o golpe militar que na sua vez se espalhou pelo povo que também estava descontente com política do Salazar e se transformou em Revolução.
Ainda hoje muitos portugueses sofrem com as consequências da Guerra Colonial.
Fonte: Wikipedia, www.guerracolonial.org
Trabalho realizado por:
 Dinis Benediktov, 6º C, Nº 7